domingo, 28 de junho de 2026
Fome fatal
"Hungry", de James Nunn (2026)
O mundo animal praticamente já foi quase todo utilizado para os filmes de sobrevivência. Vistos como predadores ou perigo da natureza se voltando contra o ser humano, já vimos filmes com tubarões, baleias e orcas assassinas, cobras, anacondas, ursos, abelhas, jacarés, piranhas e toda uma sorte de animais. A novidade agora sõ os hipopótamos, que verdade seja dita, desde criança eu achava fofos. Quando soube que iriam lançar o filme, pensei de que forma eles seriam apresnetados como animais assassinos.
Em uma matéria, li que o filme, escrito e dirigido por James Nunn, foi livremente inspirado no jogo Hungru hungru hippos, enquanto uma outra matéria desmentia e dizia ser inspirada em história real. Seja qual for a inspiração, mais do que os animais rechonchudos, o que mais me chamou atenção, é que filmes catástrofes beirando o trash, viraram aposentadoria de atores outrora consagrados e premiados. Como se diz no meio artístico, "pagando bem que mal tem", já que todos têm boletos para pagar, a bola da vez é o ator português Joaquim de Almeida, um dos maiores astros de Portugal. Assim como Selton Mello em "Anaconda", ele faz o papel do administrador de uma pequena empresa local de turismo, localizado em Nova Orleans.Um grupo de turistas quer fazer o passeio para encontrar jacarés e acabam dando de cara com hippos assassinos.
O filme não cheg aa ser ruim e trash como a grande maioria. Existe uma mínima preocupação com fotografia e direção que é correta. O que pesa contra é seu roteiro esquemático repleto de tipos óbvios. O CGI do hipopótamo é convincente. O desfecho é ridículo.
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