quinta-feira, 5 de novembro de 2026
Klara e o Sol
"Klara and the sun", de Taika Waititi (2026)
Recentemente, o filme "Klara e o sol" se tornou chacota na mídia: tendo recebido nota baixa no rotten tomatoes, desprezado pelos críticos, abandonado pela Sony que decidiu cancelar seu lançamento mundial e segundo comentários dos bastidores, seu autor, Kazuo Ishiguro, odiou a adaptação. Ishiguro recebeu o Nobel de literatura em 2021 e entre suas obras, algumas receberam adaptações elogiadas pela crítica: "Vestígios do dia", com Anthony Hopkins e Emma Thompson, e "Não me abandone jamais", com Keira Knoghtley e Carey Mullighan.
Em um futuro distópico após a terceira guerra mundial, a sociedade adquire andróides humanizados para servirem de acompanhantes da solidão. Esses andróides são chamados de "Amigos artificiais". Klara (Jena Ortega) e outros Ias são colocados na vitrine da loja pela gerente (Natasha Lyonne) e assim, serem vendidos. A adolescente Josie (Mia Tharia) e sua mãe Cryssie (Amy Adams). compram Klara e a levam até a fazenda, onde moram. Cryssie quer que Klara seja companhia para a Josie, que sofre de uma doença grave adquirida quando Cryssie a usou para fazer um tratamento para fazer dela uma gênia. Klara e Josie se aproximam e se tornam amigas. Rick (Aram Murphy, filho de Cyllian) é o melhor amigo de Josie e se une ao grupo. Quando Klara descobre sobre a doença de Josie, vai tentar de tudo para ajudar a amiga, acreditando que o Sol é a resposta para todos os problemas.
"Klara e o Sol" tem uma trama existencialista, repleta de fantasia. Vendo de fora e sem ter lido o livro, parece até um episódio esticado de "Black mirror", na relação homem e tecnologia. Não achei o filme essa bomba toda que falam. Criticam o excesso de sentimentalismo, mas o gênero feel good movie é um dos que mais gosto. Jenna Ortega está excelente. Amy Adams que tem uam personagem mais antipática. Steve Buscemi faz uma participação como um cientista.
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