sexta-feira, 16 de outubro de 2026
Dentro da baleia
"Whalefall", de Brian Duffield (2026)
Filmes de sobrevivência geralmente recorrem ao mesmo clichê: durante a convalescença, o protagonista relembra de fatos marcantes de seu passado, principalmente os momentos traumáticos ou de rompimento com algum parente, e que gera arrependimentos. e claro, é justamente esse peido de perdão que fortalece o pobre coitado que não consegue escapar ao seu infortúnio aparentemente destinado a um fim trágico. Foi assim em "127 horas", "A perseguição", "Coração selvagem", e na maior de todas as referências, "Pinóquio". Me deparei o filme todo me lembrando do clássico da fantasia e ficção cinetífica, Viagem fantástica", quando um grupo de cientistas se minituarizam e entram no corpo humano. Pois "Dentro da baleia" me fez sentir omemso: suco gástrico, estômago, alimentos digeridos, etc. Como escapar dos perigos que existem dentro de um organismo vivo?
O filme tem 1L46 hrs, mas o protagonista Jay Gardiner (Austin Abrams, o azarado da vez: seu personagem lembra muito o de "Resident evil", ambos lutam para sobreviver) só é devorado em quase meia hora de filme. Ele é um universitário que rompeu ligações com seu pai (Josh Brolin), que se suicida e se lança ao mar. Sua mãe (Elisabeth Shue) convova a família para o velório, mas o filho, que é um mergulhador, decide ir em busca do corpo. É aí que ele é devorado por uma cachalote, e tem 1 hora de oxigênio.
O filme é um parque de diversões. Pensei que iria curtir mais, mas os efeitos me pareceram muito cenográficos demais. O que vale a pena, é a performance de Austin Abrams. E no final, o filme existe memso para apresentar um melodrama sobre culpa e perdão.
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