sábado, 30 de maio de 2026
Backrooms- Um não lugar
"Backrooms", de Kane Parsons (2026)
A terceira maior abertura para um filme de terror na história, ficando atrás das 2 partes de "It", "Backrooms- um não lugar" é baseado em uma lenda urbana que surgiu em um fórum de internet em 2019. O então jovem cineasta de 16 anos, Kane Parsons, lançou uma websérie no Youtube ambientado as histórias em backrooms: uma dimensão alternativa, um labirinto infinito de salas e corredores vazios, marcados por paredes amareladas e seres que habitam o local. O filme parece uma mistura de "Exit 8", "Slenderman", "O iluminado", e também me fez lembrar do Mundo invertido e os demngorgons de "Stranger things". O filme dividiu opiniões: ha quem ame, e há quem odeie, considerando um dos piores filmes da história. Mas é inegável alguns méritos: convencer os premiados Chewitel Ejiofor e Renata Reinsve a participar de um filme de terror indie, e e espetacular desenho de produção , com corredores construídos em estúdio com mais de 2000 metros, sem o qual o filme não teria o impacto clastrofóbico.
Ambientado em 1990, o filme traz Clark (Ejiofor), um corretor de imóveis que anuncia sua empresa na televisão através de um personagem de pirata. Ele tem 2 funcionários: Kat (Lukita Maxwell) e Bobby (Finn Bennett). Ainda sob os efeitos de uma crise do divorcio, Clark se consulta com a terapeuta Mary (Reinsve), ela também com traumas de uma infância conturbada de abusos domésticos. Ao vasculhar o porão de sua loja, Clark faz uma descoberta : um portal que dá acesso a um labirinto. Ele comenta sobre o labirinto com Mary, que não acredita e pena ser uma peturbação mental de Clark. Clark decide chamar Kat e Bobby para entrarem no backrooms, mas ambos são atacados por criaturas. Mary decide ir atrás de Clar e entra em sua loja, invadindo também o backrooms.
Eu não odiei o filme, mas tammbém não amei. Fiquei indiferente. Tem bons momentos, mas no geral, é bem entediante. As mortes não são vistas em cena, não tem violência. É um filme de atmosfera, psicológico, sobre traumas na metáfora. Mas é ingeável que Hollywood está apostando em jovens advindos do Youtube: além de Parsons, tem Curry Barker, diretor de "Obsessão", também um sucesso de bilheteria.
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