sexta-feira, 15 de maio de 2026
Criaturas Extraordinariamente Brilhantes
"Remarkably Bright Creatures", de Olivia Newman (2026)
Adaptado do best seller de 2022 escrito por Shelby Van Pelt, "Criaturas Extraordinariamente Brilhantes" eu descreveria como uma mistura da fantasia de "A forma da água", de Guillermo del Toro, com o premiado documentário 'Professor polvo", ambos premiados com o Oscar de melhor filme de sua categoria. O filme adaptado e dirigido pela cineasta Olivia Newman não tem o cacife para concorrer ao Oscar, até porque a sua narrativa tem elementos muito deja vu de filmes "Coming of age". Mas a união de grande elenco, encabeçado por Sally Fields (Tova), Joan Chen, Kathy Baker e Beth Grant ( as 3 últimas, as melhores amigas de Tova, Janice, Mary Ann e Barb), além da voz de Alfred Molina, que narra os pensamentos do polvo Marcellus, e a presença de Lewis Bullpamnn, filho do ator Bill Pullmann, no papel de Cameron, fazem o filme valer a pena de ser visto.
Tova (Sally Field) é uma viúva solitária que trabalha como faxineira em um aquário. Afundada pelo luto da morte recente do marido e guardando uma culpa pela morte de seu filho de 18 anos, Eric, morto em acidente de barco há décadas, a consumem e a fazem ser uma mulher amargurada. Cameron (Pullmann) é um músico que chega à cidade em uma van decadente. Ele vem em busca de uma pessoa que possa saber o paradeiro de seu pai, desaparecido. Quando o carro quebra, ele não tem dinheiro para o conserto, e decide faezr bicos. O caminho dele e de Tova se cruzam,. Ela se machuca ao ajudar o polvo MArcellus, e Cameron a substitui por alguns dias.
O final é bastante óbvio. O filme tem a narração de um polvo, que conta a trajetória dos personagens, mas não é um filme de fantasia. Ele é dramático, com um tom de forte melancolia, afinal, fala sobre luto. É um filme correto, sem grandes surpresas.
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