quinta-feira, 1 de janeiro de 2026
Presente contínuo
"Presente contínuo", de Ulises Rosell (2025)
Um documentário corajoso e bastante expositivo, filmado com muita sensibilidade e sem forçar um sentimentalismo e piedade do público. O diretor Ulises Rosell e sua esposa, a atriz Valentina Bassi, são pais de um adolescente com espectro autista, Lisandro Rosell. É um filme sobre o amor e a resiliência de pais que amam o seu filho e que vivem uma rotina onde entendem que cada dia, é um dia ( o que justifica o título do filme). A cartela inicial do filme é bastante provocativa: "Os dias transcorriam sem diferenciar realidade e ficção". A rotina de Lisandro é acompanhar seus pais no ambiente do teatro e do cinema. A sua mãe se trabsforma em personagens que vive nas telas e nos palcos. Lisandro sabe diferenciar as diversas histórias vividas por sua mãe?
Com 16 anos de idade, Lisandro requer atenção contínua de seus pais, que precisam entretê-lo o tempo todo. Lisandro muitas vezes quer sair pelas ruas, é hiperativo. Seus pais o ajudam a estudar, a fazer atividades básicas. É uma vivência onde todos precisam estar sempre alertas. As cenas de bastidores tanto no Teatro quando no set de cinema, são observadas com curiosidade por Lisandro: muitos profissionais circulando, e todos agindo normalmente com a presença dele no ambiente. O carinho da mãe, que sempre que tem uma oportunidade, se aproxima do filho para ver se ele precisa de algo.
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