"Michel ange- Il pecatto", de Andrey Konchalovskiy (2019)
Super produção Rússia/Itália, dirigida pelo cineasta Andrey Konchalovskiy, realizador de "Tio Vânia" , "Os amantes de Maria" e "Paraíso".
Super produção Rússia/Itália, dirigida pelo cineasta Andrey Konchalovskiy, realizador de "Tio Vânia" , "Os amantes de Maria" e "Paraíso".
Super-produção francesa protagonizada por Romain Duris no papel do engenheiro Gustave Eiffel, que concebeu o projeto da Torre Eiffel e a inaugurou em 31 de março de 1989. Mas o que poucos sabem, ou pelo menos é o que a romantização desse filme sugere, que a torre foi projetada pelo amor de Gustave a Adrienne Bourges (Emma Mackey), um amor do passado que retorna à sua vida, porém, casada e por conta disso, impossibilitados de reaverem o amor. Gustave é viúvo e tem uma filha adolescente. O projeto inicial era o de construir túneis de metrô, em uma política de modernização de Paris. Mas o reencontro com Adrienne o faz mudar radicalmente de projeto e agora, construir a torre de 300 metros de altura.
Refilmagem japonesa do clássico de terror "Cubo", filme canadense de 1997 escrito e dirigido por Vincenzo Natali e que se tornou um dos filmes independentes mais bem sucedidos da história. "Cubo" rendeu uma franquia e agora Vincenzo, que produz a versão japonesa, deseja abrir uma nova franquia com o Japão.
estudante, Arek, que supostamente estava na festa frequentada por gays e de onde estão sendo sendo assasinadas as pessoas.
O filme lembra demais o clássico "Parceiros da noite", com Al Pacino fazendo um policial que se infiltra na comunidade gay e se faz passar por um lgbt, até que ao conhecer um rapaz, começa a se envolver. "Entre festas" é um ótimo drama, com uma trama envolvente, bons atores e um visual que apresenta a frieza do mundo comunista europeu.
Belíssimo curta LGBTQIAP+ peruano, resultado de um workshop de direção ministrado por Werner Herzog e que resultou em inúmeros prêmios em festivais.
Excepcional documentário que remete aos filmes dirigidos por Godfrey Reggio nos anos 80: “Koyanisqatsi”, “Powaqatsi”, que são imagens lúdicas, poéticas e reveladoras mostrando a sociedade industrial , a população e o meio ambiente conectados ao processo da modernidade e da inevitável universo do consumismo e do capitalismo.