Monday, March 9, 2026
The boys next door
"The boys next door", de Penelope Spheeris (1985)
Um cult redescoberto por cinéfilos de redes sociais, "The boys next door", de 1985, é um pré "Assassinos por natureza", clássico de Oliver Stone protagonizado por Juliette Lewis e Woody Harrelson sobre uma dupla de serial killers que sai pela estrada matando queme encontram pelo caminho. Dirigido por Penelope Spheeris, o roteiro foi escrito pela dupla que escreveu e dirigiu o serado 'Arquivo X", Glen Morgan e James Wong. JAmes Wong também dirigiu "Premonição 3", considerado um dos melhores da franquia. "The boys next door" é protagonizado por um jovem Charlie Sheen, então com 18 anos, e Maxwell Caulfield. Caulfield vinha de 'Grease 2", um enorme fracasso comercial e de crítica. Ele esperava se tornar um novo astro, assim como John Travolta. Para piorar a situação, Michelle Pfeiffer, que foi sua parceira no filme, teve a carreira em ascenção, o que o fez procurar por ajuda psicológica para pode rlidar com o fracasso.
Em uma pequena cidade na Califórnia, Bo (Sheen) e Roy (Caulfield) estão no último dia de aula da high school. Eles decidem passar o final de semana em los Angeles, a 6 horas de distância. Eles iniciam uma onda de assassinatos, que envolvem um gay que eles conheceram em um bar lgbt, uma mulher solteira que eles conheceram em um bar, um jovem casal que si de um fliperama, entre outros. A polícia os caça, e enquanto isso a dupla de amigos começa a ter divergências entre si.
Nos créditos iniciais, surgem fotos de serial killers famoso. O filme procura apresentar a origem do mal, e de que forma a maldade pode estar inerte em jovens, no caso, brancos e rebeldes. O filme é violento e traz homofobia, misoginia, sexualidade reprimida. A polícia também é apresentada como arrogante e homofóbica. Charlie Sheen e Maxwell Caulfield estão ótimos. As cenas dos assassinatos do personagem gay e da mulher são bastante cruéis. A Los Angeles de 1985 é apresentada como uma cidade ao mesmo tempo acolhedora e violenta. Outra cena antológica é quando Roy dirige o carro com uma mulher pendurada nela, me fazendo lembrar de "Prova de morte", de Tarantino.
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